Sonhar não faz mal ...my open diary!!

Setembro 30 2007

                                         

 

Ando á procura da felicidade... não que não seja feliz, mas uma felicidade mais completa talvez... 
Na verdade, o que quero dizer, é que preciso de coisas novas na minha vida. 
 Preciso de entrar numa nova fase, e sinto que a altura é esta... Eu sei que essa mundança está para breve, por motivos obvios, acabo o curso, começo a trabalhar, arranjo casa, essas coisas básicas que toda a gente quer... Mas eu quero mais do que isso. O nascimento da minha afilhada, fez-me perceber que já está na altura de ter alguém certo, alguém que cuide de mim e que eu possa cuidar, alguém estável, alguém para sempre... há quem diga que ainda sou nova para pensar nisso, talvez seja, mas quem disse que a idade tem a ver com isso, e quando dizem: "ainda tens muito que viver"...sabem eles o que já vivi com estes meus 26 anos, já fiz quase tudo, e o que não fiz, posso com certeza fazê-lo se tiver alguém. Cansei-me de curtir, cansei-me de ter relações ( se é que se podem chamar assim) que não levam a lado nenhum, que não são mais do que perda de tempo, já que delas não provém nada de bom, simplesmente cansei-me. 
 As minhas amigas já perguntaram até quando durará este meu estado celibatário, e quando respondo: "até quando encontrar a pessoa certa", riem-se, não acreditam que esteja a falar a sério. Normal, afinal estão acostumadas com aquela menina que demorou um ano a esquecer um namorado, e depois de o ter esquecido teve de lidar com a ausência súbita de outro, aquela menina que quando se apaixona se entrega por completo sem pensar se o amanhã há de vir, e que se vê alguma presa que lhe agrade ( coisa que se tem vindo a tornar rarissima) ataca sem dó nem piedade, usa abusa e deita fora. Mas isso faz parte do passado, há já uns tempos que tem vindo a ser assim, ainda tentei lutar contra isso, fingir que não estava a mudar. Mas agora já não dá, é oficial... não dá mais. 
 Está na hora de ter a minha própria casa, o meu próprio canto, o meu salário, a minha vida...já não dá para continuar a fingir que sou criança e que não sei das coisas, já não dá para depender do papá, por muito que ele queira que isso continue.Não, não imagino que seja fácil começar uma vida, mas como já é sabido de obstáculos não tenho eu medo, as dificuldades não me assustam ( ok, se calhar nunca passei por elas, mas ainda assim), sou forte, e não são as pequenas tempestades da vida que me abatem, podem fazer-me estremecer, mas não me deitam ao chão.
 Vou continuar á procura de realizar os meus sonhos, e correrei atrás da felicidade e sei com toda a certeza que irei alcança-la...

publicado por the biggest dreamer às 01:17

Setembro 27 2007
    Nasceu a minha menina !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
publicado por the biggest dreamer às 20:57

Setembro 26 2007

 

 

 

Pra’ ser uma cabra como eu,

Tens que te habituar a ver muitos macacos babarem por ti e convencer-te que jamais evoluirão para o status HOMEM.

Pra ser uma cabra como eu,

Tens que ser bonita, inteligente, convencida e muito gostosa!

Pra ser uma cabra como eu,

Tens que passar, arrasar, ter a certeza que eles e elas falam e olham pra ti e ter orgulho de ti porque se não te podem vencer, hão-de se juntar a ti!

Pra ser uma cabra como eu,

Tens que ser paciente e doutora em simultâneo e bastante atrevida porque uns, precisam de uma doutora devido ao seu débil estado mental e atrevida porque outros …só mesmo á manivela.

Pra ser uma cabra como eu,

Tens que ser saber dizer asneiras de acordo com a semente que por vezes substitui os neurónios de cada um/a e ser inteligente pra saber calar no momento exacto  antes que concordes com a treta do “amo-te”!

Pra ser uma cabra como eu,

Tens que ter curvas e ser do meu tamanho pra olhares e aprenderes porque so ensino uma vez!

Pra ser uma cabra como eu, tens que saber a mais cabra de todas as cabras quando for necessário e aquela idiota meiga e doce. Digna de ser apresentada aos paizinhos.

Pra ser uma cabra como eu,

Tens que saber mexer bem as ancas e abanar prodigiosamente o rabinho quando andas. Fixar o olhar no que interessa e cagar no que no que dispersa.

Pra ser uma cabra como eu,

Tens que exigir fazer parte do presente perfeitíssimo ou do passado mais que perfeito porque quem faz parte do futuro são as aspirantes descartáveis.

Pra seres uma cabra como eu,

Tens que ser uma cabra como tu 1º porque só te conhecendo, conheces os outros e estas propicia a aprender.

Queres ser uma cabra como eu?!

Escolhe sempre os homens errados que eles farao o resto por ti

Queres ser uma cabra como eu?!

Tens que aprender a escolher a lingerie certa para o otário certo porque, nem todos sabem que isso é sinónimo de sensualidade.

Queres ser uma cabra como eu?!

Chora sempre pelo tipo errado mas, amanha por favor levanta-me essa merda dessa cara e se digna da tua cabrice.

Queres ser uma cabra como eu?!

Não dês confiança a qualquer um, só àqueles que parecem perfeitinhos e depois te lixam na maior das perfeições!

Queres ser uma cabra como eu?!

Anda de cabeça erguida e pisa o chão com firmeza como se aqueles que um dia mais amaste e hoje mais odeias, estão nas solas dos teus sapatos

Queres ser uma cabra como eu?!

Se atenciosa, carinhosa, anti-stress e nada lamechas.

Sorri pra quem te curte e fode quem te toma por parva sempre a sorrir e com aquele brilhozinho nos olhos.

 Tens que ser simpática, querida, abusadinha, um pouco arrogante, convencida, delicada, muito armada, corajosa, muito estúpida para aturar o que eu aturo, ter a minha voz, o meu olhar, a minha pele, a minha postura, a minha atitude e firmeza e acima de tudo, sobreviver sempre. Aconteça o que acontecer.

Impossível??!!

Então, não queiras ser uma cabra como eu que isso implica estar solteira então! Inova, não me imites!

publicado por the biggest dreamer às 21:44

Setembro 21 2007

Ela chega de mansinho
Sem barulho ou alarde
Mascarada de sorrisos
Muito ingénua
Respirando fragilidade

Senta-se à nossa mesa
Partilha do nosso vinho
Desfruta do nosso lar
Aceita o nosso carinho
Mas, eis que de repente
Destila o seu veneno
Derrama o seu fel
Amarga o coração
Gelando a emoção
Fica a desilusão
A mágoa da traição...
Fecha-se a porta
Depois
Mas, já tarde porém
Pois se há rasto que não apago
É o da inveja de alguém

A inveja não é você querer o que o outro tem (isso é a cobiça), mas querer que ele não tenha, é essa a grande tragédia do invejoso

 

                                                        

publicado por the biggest dreamer às 19:55

Setembro 21 2007
                               
 O mito de Psiquê:  "o amor não pode sobreviver sem confiança"  


  Psiquê era uma jovem princesa tão bela que de todas as partes acorria gente para admirá-la, e os peregrinos quase não freqüentavam mais o templo de Vênus (Afrodite) para prestar culto à divina Beleza.

    Indignada com o fato de uma simples mortal receber tantas honras, a deusa pediu a seu filho Eros, o deus do Amor, que atingisse a jovem com suas setas para enamorar-se do homem mais desprezível.

    A beleza da mortal porém era tão grande que, ao ver a princesa, o próprio Eros se apaixona e não lhe lança as setas, ordenadas por sua mãe. E assim, enquanto as duas irmãs de Psiquê casam-se com reis, a jovem mortal, embora amada por um deus, permanece só.

    Apreensivo, seu pai consultou o Oráculo de Apolo, o deus de luz e sabedoria. Mas, Eros já procurara Apolo e fizera-o aliado de seu amor. O oráculo aconselha então ao soberano a levar a filha, em vestes nupciais, até o alto de determinada colina. Lá, uma serpente alada, mais forte que os próprios deuses, iria tomá-la como esposa.

    Sentindo-se impotente diante das ordens divinas, a jovem princesa prepara-se para as bodas com se fosse seu funeral, e é deixada só na colina. Psiquê em prantos aguardou que se consumasse o seu triste destino. Esgotada pela longa espera, foi tomada de sono e adormece.

    Surge então Zéfiro, a doce brisa cujo sopro desabrocha as flores na primavera, e transportou-a adormecida a um prado florido, às margens de um regato cristalino, próximo de um magnífico castelo.

    Quando Psiquê desperta, ouve uma voz convidando-a a entrar no castelo; banhar-se e jantar. Mãos invisíveis a servem, mas nenhum temor a aflige. À noite, oculto pela escuridão, Eros cobriu-a de carícias e amou-a, recomendando insistentemente que jamais tentasse vê-lo.

    Durante algum tempo, apesar de não conhecer o rosto do esposo, Psiquê sentia-se a mais feliz das mulheres. Saudosa porém de suas irmãs, pede para vê-las. Em vão Eros advertiu que, ao reaproximar-se delas, estaria reatando laços terrenos. Pediu então que se precavesse contra as desgraças que, através das duas irmãs, lhe poderia advir.

    Zéfiro levou-as ao castelo, mas invejosas da riqueza e felicidade de Psiquê, as jovens começaram ardilosamente a insinuar dúvidas e desconfiança em seu coração. Diziam que o esposo que desconhecia escondia-lhe o rosto porque devia ser o monstro previsto pelo oráculo.

    Aconselharam-na a esperá-lo adormecer e preparar uma lâmpada e uma faca afiada: com a primeira, veria a verdadeira face do esposo; com a segunda, poderia matá-lo, se fosse mesmo o monstro...

    À noite, Eros volta e envolve-a em carícias. Mas, quando dorme, a dúvida volta a afligir o coração de Psiquê. Traz a lâmpada, ilumina-lhe o rosto e vê o mais belo semblante que jamais existira. Emocionada, deixa cair uma gota da lâmpada de azeite no ombro do deus.

    Eros desperta sobressaltado e, num relance, percebe o acontecido; seu rosto cobre-se de profunda tristeza e foge sem dizer uma palavra. Psiquê tenta alcançá-lo nas trevas; ouve apenas sua voz ao longe que lhe diz em tom de censura: "O amor não pode viver sem confiança".

    Cheia de dor, a jovem pôs-se a errar de templo em templo, implorando o auxílio dos deuses para reencontrar o amor perdido. Temendo a fúria de Vênus-Afrodite, todos recusam-se a auxiliá-la.

    Como último recurso, Psiquê decide ir à presença da própria deusa, mas encontra apenas zombaria  e a imposição de uma série de provas humilhantes, impossíveis de um mortal realizá-las.

    A primeira, era separar até à noite imensa quantidade de grãos de várias espécies; depois, tosquiar a lã de ouro de carneiros selvagens; a terceira prova era buscar um frasco com a água escura do Estige.

    Psiquê porém recebe ajuda inesperadas: na primeira, é auxiliada por levas de formigas. Na segunda, os caniços da beira de um regato sugerem-lhe que recolha os fios de ouro deixados pelos carneiros nos arbustos espinhosos. Na terceira, uma águia tirou-lhe o frasco da mão, voou até a nascente do Estige, e trouxe-lhe o líquido negro.

    Decepcionada, Vênus (Afrodite) decide impor-lhe ainda uma quarta e mais difícil prova: descer ao Hades (Inferno) e persuadir Perséfone  (Prosérpina) a dar-lhe numa caixa um pouco de sua beleza.

    No caminho, uma alta torre descreveu-lhe o roteiro para o reino das sombras. Para atravessar à outra margem do Estige, pagar o óbolo ao barqueiro Caronte. Ante o portão do Inferno, guardado pelo feroz Cérbero, o cão de três cabeças, abrandá-lo com um bolo.

    Psiquê assim fez e já voltava com a caixa da beleza, quando surge outra prova, agora dentro de si mesma: a vaidade. Acreditando que os sofrimentos e tantas tribulações a tivessem enfeado, resolveu retirar da caixa um pouco de beleza. Mas, ao abri-la, cai em profundo sono.

    Eros, que saíra à sua procura, despertou-a com a ponta de uma das setas. A seguir, o deus do Amor dirigiu-se ao Monte Olimpo e pediu a Júpiter (Zeus) para esposar a mortal. O pedido foi aceito, mas seria preciso que, antes, Psiquê se tornasse imortal. O próprio Zeus deu-lhe a ambrosia e o néctar dos deuses, que lhe conferia a imortalidade.

    E o casamento sagrado pôde, enfim, ser celebrado... E do casamento nasceu o filho: Prazer...


publicado por the biggest dreamer às 19:39

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